Tantas coisas se passaram...
tantos erros voltaram,
e mais uma vez a culpa,
pode parecer a mais tola das desculpas.
Quanto ao amor, descobri, por ventura,
que o seu maior significado
é uma abstrata ternura,
e um contínuo bem querer
É não se importar com a própria dor
sofrer duas vezes
Ficar do lado a eternidade,
Horas, dias, meses.
Como é duro, na integridade do meu ser,
Pelo passado, sofrer.
Mudar e se atrapalhar com as lembranças,
Mal mudadas e sem esperanças.
Como é possível sorrir?
Ignorar é o que há de mais difícil,
quando se está à beira do precipício.
Amigos não são mais.
A incerteza do amor correspondido,
agora não é mais tão dolorosa,
agora que sei, que pra sempre vou ser sua rosa.
Que assim seja.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Tantas perguntas...
Como isso consegue ser tão doloroso? A incerteza se realmente vai dar certo? Se está dando certo? E o que é, afinal, um amor dar certo?
Tudo isso são perguntas utópicas que, vão ser respondidas em vários momentos da sua vida, mas são respostas tão volúveis, que seria impossível criar uma velha opinião sobre isso.
Uma hora está bem e outra hora está mal. O que tem de tão misterioso em duas almas que se identificam? Será que existe algo que sempre tenta impedi-las? Se duas almas se completam igualmente, e ainda assim, sentem duvidas e brigam... O amor pleno de homem e mulher de fato existe?
Será que essas perguntas só vem à tona quando algo está errado? Provavelmente sim. É uma pena que as vezes não tenhamos respostas para elas.
O Porquê da ausência e da dor, um sentimento de completa confusão, e de não saber expressar em palavras, o que se passa no coração.
Minhas perguntas são como afirmações, a vida é muito injusta, principalmente comigo. Porque coisas do passado sempre vem, como rajadas de vento, e destroem o que eu já tinha construído, e depois descubro que a minha construção tinha pequenos defeitos de projeção.
Tudo isso são perguntas utópicas que, vão ser respondidas em vários momentos da sua vida, mas são respostas tão volúveis, que seria impossível criar uma velha opinião sobre isso.
Uma hora está bem e outra hora está mal. O que tem de tão misterioso em duas almas que se identificam? Será que existe algo que sempre tenta impedi-las? Se duas almas se completam igualmente, e ainda assim, sentem duvidas e brigam... O amor pleno de homem e mulher de fato existe?
Será que essas perguntas só vem à tona quando algo está errado? Provavelmente sim. É uma pena que as vezes não tenhamos respostas para elas.
O Porquê da ausência e da dor, um sentimento de completa confusão, e de não saber expressar em palavras, o que se passa no coração.
Minhas perguntas são como afirmações, a vida é muito injusta, principalmente comigo. Porque coisas do passado sempre vem, como rajadas de vento, e destroem o que eu já tinha construído, e depois descubro que a minha construção tinha pequenos defeitos de projeção.
sábado, 5 de junho de 2010
Tédio faz pensar
Prisão repleta de pensamentos
Num vácuo profundo da alma,
Sei que posso conseguir
Esvair ...
Do fundo do que eu não queria saber
algo que possa valer a pena escrever
em um sentimento de profunda inquietação
e falta de imaginação;
Minha consciência sempre tão forte
Meu amor sempre tão convicto dentro do peito
Mas indecisão tomando conta da minha mente
Porque isso tem que acontecer comigo?
O vácuo é profundo, e não é recíproco.
Num vácuo profundo da alma,
Sei que posso conseguir
Esvair ...
Do fundo do que eu não queria saber
algo que possa valer a pena escrever
em um sentimento de profunda inquietação
e falta de imaginação;
Minha consciência sempre tão forte
Meu amor sempre tão convicto dentro do peito
Mas indecisão tomando conta da minha mente
Porque isso tem que acontecer comigo?
O vácuo é profundo, e não é recíproco.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Auto-conhecimento
À medida que o tempo vai passando, sinto um leve conforto tomando conta de mim, e ao reler meus textos desesperados do passado, tenho um certo alívio por aquilo já ter passado, mas também, uma certa angústia. Porque sinto uma angústia? Bom, como eu sempre falo em todas as hipóteses de estado de espírito, eu nunca consigo estar cem por cento feliz, acho até muito pouco provável que isso exista. Quando estou feliz fico menos inspirada a escrever, e isso me deixa meio triste. Não sei, mas tenho um grande medo de estar gostando de me sentir triste. Talvez é porque agora, meu coração não está mais partido, pelo menos por enquanto, só agora que estou realizada amorosamente, e espero continuar assim. Porque eu me esforcei nisso, eu quis que dessa vez desse certo, fazer tudo certo foi a minha meta, e está funcionando. Um relacionamento não é só feito de beijos, mas também de espinhos.
E é com esses espinhos que a gente aprende, não a ser mais experiente em relacionamentos, mas sim, aprender a arte do auto-conhecimento, saber lidar com os seus próprios sentimentos, é uma sabedoria que você adquire.
Sempre fui extremista, mas agora confesso que estou andando mais na linha, e estou gostando disso, apesar de as vezes sentir uma louca necessidade de ir aos extremos. Estou falando de quebrar a rotina, mesmo com a preguiça que dá. Mesmo assim, me sinto feliz em ainda conseguir ser diferente no meu modo de pensar, e não nadar a favor da correnteza. E antes que pensem, eu não apenas odeio pessoas comuns, eu também tenho base e raciocínios próprios para me fazer diferente. Enfim, melhor esclarecer que não tenho prazer em ser diferente, eu sinto é pena das pessoas que não tem uma essência própria.
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