É forte, é densa.
E quanto mais se pensa,
Óbvia e inata.
Singela e ingrata.
Simples submissão,
É uma vibração.
Me consome o cérebro,
E o corpo arde pendente.
Não são as formas,
Pois o belo é uma concepção estranha.
É a voz que arranha.
Razões jogadas fora.
Por ser só sentidos,
Explicações não tem ouvidos,
Fantasias são tão boas
Será que valem?
Bocejos são tragados
No final do dia,
Ficam os corpos maltratados,
E as mentes,
Dementes.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Secreto
Falar em códigos e subterfúgios linguísticos, as vezes é a minha válvula de escape. Crio algo desesperadamente, sem comprometer a imagem, e o ego. Já descobri que experiências não valem nada quando pensamos nelas como fórmulas para não errar mais, cada situação é diferente, cada segundo faz toda a diferença. Impossível tentar não errar, é como um mosquito que tenta incansavelmente entrar dentro da lâmpada.
A atração sempre consumiu os homens, sempre consumirá... É como o dinheiro. E nunca ninguém vai inventar algo melhor do que o desejo, pois é a palavra que define o íntimo do ser humano, já que o amor é nobre demais. Mas há quem o sinta e quem o conheça... São poucas e nobres pessoas, e a felicidade que tenho em me incluir nelas é insuperável.
A atração sempre consumiu os homens, sempre consumirá... É como o dinheiro. E nunca ninguém vai inventar algo melhor do que o desejo, pois é a palavra que define o íntimo do ser humano, já que o amor é nobre demais. Mas há quem o sinta e quem o conheça... São poucas e nobres pessoas, e a felicidade que tenho em me incluir nelas é insuperável.
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