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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Eu gosto da tristeza, melhor sentí-la, do que não sentir nada.
Alguém tá apertando meu coração,
Não adianta meditações, livros de auto-ajuda, psicanálise, sabedoria oriental, Deus...
O tormento não passa.
O jeito é construir um barquinho e sair navegando tempestade a dentro.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Porquês.

Olhando pro céu, me  pergunto: Por que é tão difícil me abrir? Me soltar? Me jogar na vida? E por que é tão fácil cair no escapismo?
A longa e tortuosa queda, definhadora de esperança a cada estágio mais avançado, é fácil e vem como um conforto, um colo.
Falta de tudo, falta muita coisa.
Será que é melhor imaginar como o mundo deve ser, e viver essa ilusão? Será que dá pra deixar o egoísmo de lado e pensar no mundo e não em meus problemas internos? Acho que a finalidade desse blog são meus problemas internos, então vou me dar esse luxo.
Por que tudo parece desmoronar? E a flor que nasce, é uma flor pequena, frágil, e coberta por poeira?
Coração que dói, sentimentos incertos não interessam.
Cabeça que dói, incapacidade não interessa a ninguém.
Vontade de acabar com tudo, apesar de parecerem problemas tão banais.
Vontade de sumir, viajar, fugir mesmo, como sempre. Escapismo. Perda de consciência.
Será que vale mesmo à pena conseguir se reerguer todo santo dia, para conseguir levantar da cama e seguir adiante? Sempre adiante?
Vários porquês. É nisso que se resume a minha existência, talvez a existência de todos.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Platônico



O gosto de orvalho me embriaga,
 Como num sonho, espero o meu não-despertar.
 Os pêlos arrepiam, há algo transcendental no instante,
E quando penso, penso na maravilha que seria.
 O inalcançável é mágico por simplesmente existir,
 Em meio a devaneios, o espírito se regogiza...
 Vibrações que pulsam do coração,
 E ultrapassam a superfície da pele, eterno.
 A tua imagem na essência e na aparência Me extasia...
 Algo que me é familiar, talvez.
 Uma pintura, quem sabe...















































































































terça-feira, 4 de setembro de 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Eu não sei o que fazer. Não sei se tomo uma decisão e mudo o destino.

terça-feira, 29 de maio de 2012

O mundo muda,
Mas talvez não seja todo mundo que mude.
As coisas vão perdendo o sentido na medida em que o tempo passa.
O tempo passa, e as mesmas ações se repetem,
Independente da geração.

Traição,
De todos os tipos, o amor é cultivado na indiferença.
Nada é mais tão puro, como domingos felizes, como infância...
Confiança? Essa é uma palavra esperançosa...
Tem algo podre em todas as ações.

Será que a pureza ainda habita nos nossos corações?
Será que devemos desistir dela e encarar de frente toda essa podridão?
Dá vontade de não pensar mais em bondade, em conforto,
Dá vontade de sempre esperar o pior, o escroto.
É mergulhar num mar de um mundo sem esperanças,
É ser feliz temporariamente no que há de menos ruim no mundo.
É recorrer a algo bom, é recorrer ao "estar junto".

Se você quer se livrar da desesperança, livre-se da esperança.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Que vontade de sorrir, está tudo dando certo. Engraçado, isso nunca tinha me acontecido antes, por toda a minha vida. Do nada, pensamentos, consegquências e ações foram se encaixando tão rapidamente e perfeitamente, que minha vida já está praticamente resolvida. E agora chegou hora de trabalhar e produzir algo maravilhoso para ela, para minha vida. Acho não vou pensar mais em me matar tão cedo =)