Sei tudo o que vai acontecer, sei todos os caminhos e todos os subterfúgios. Incrível, mas não estou com vontade de vivê-los novamente, afinal, por que devemos sofrer? As etapas dos acontecimentos são tão dedutíveis, que prefiro pensar que não sei. A vida está aí, e devemos aprender a pensar coisas novas, coisas diferentes, e não as mesmas de sempre. Como diz Raul, devemos ser uma metamorfose ambulante, ou seja, não se apegar a nenhum conceito pré-existente do seu eu.
O melhor que eu tenho a fazer no momento, é ficar na minha. Seguir o meu caminho certo. Nunca parar. Nunca deixar de errar e de tentar de novo.
Há outra coisa, não podemos nos forçar a fazer algo, quando o corpo não aguenta, quando as tripas não aguentam, e não adianta. Melhor ficar mal do que bem, se a condição de estar bem for se humilhar e aceitar coisas das quais você não acredita. Ninguém tem o porquê de julgar, apenas o poder, esse mísero poder. Não nasci para agradar ninguém, ninguém nasceu para agradar ninguém, as pessoas apenas são aquilo que são.
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